Sugestões de músicas para apresentação em sala – 1º ano ensino médio

Hi,folks,como prometido, abaixo está a postagem com as sugestões de músicas que poderão ser apresentadas em sala, deem uma olhada  e respondam a enquete, depois decidiremos os detalhes em sala.

Kisses,teacher Nadia.

 

 

1º Can’t Take My Eyes Off You – Frank Valli

 

 

You’re just too good to be true.
Can’t take my eyes off you.
You feel like heaven to touch.
I wanna hold you so much.
At long last love has arrived
And I thank God i’m alive.
You’re just too good to be true.
Can’t take my eyes off you.

Pardon the way that I stare.
There’s nothing else to compare.
The sight of you makes me weak.
There are no words left to speak,
But if you feel like I feel,
Please let me know that it’s real.
You’re just too good to be true.
Can’t take my eyes off of you.

I love you, baby,
And if it’s quite alright,
I need you, baby,
To warm a lonely night.
I love you, baby.
Trust in me when i say:
Oh, pretty baby,
Don’t bring me down, I pray.
Oh pretty baby,
now that i found you, stay
And let me love you, baby.
Let me love you.

Link: http://www.vagalume.com.br/muse/cant-take-my-eyes-off-you.html#ixzz2zmI55Ung

 

 

2ºIs this love? -Bob Marley

 

 

I wanna love you and treat you right
I wanna love you every day and every night
We’ll be together with a roof right over our heads
We’ll share the shelter of my single bed
We’ll share the same room, yeah, but jah provide the bread

Is this love, is this love, is this love
Is this love that I’m feelling’?
Is this love, is this love, is this love
Is this love that I’m feeling’?

I wanna know, wanna know, wanna know now
I got to know, got to know, got to know now
I, I, I, I, I, I, I, I, I, I’m willing and able
So I throw my cards on your table

Link: http://www.vagalume.com.br/bob-marley/is-this-love.html#ixzz2zmBybMA0

 

3º My girl -Temptations

 

 

I’ve got sunshine on a cloudy day
When it’s cold outside
I’ve got the month of May
I guess you’ll say
What can make me feel this way
My girl (my girl, my girl)
Talking about my girl (my girl)

I’ve got so much honey
The bees envy me
I’ve got a sweeter song
Than the birds in the trees

Well I guess you’ll say
What can make me feel this way
My girl (my girl, my girl)
Talking about my girl (my girl)

Link: http://www.vagalume.com.br/temptations/my-girl.html#ixzz2zmFoEdoh

 

Datas comemorativas 8ºano (7º série): Easter in Britain

Este vídeo é sobre como as pessoas celebram a Páscoa na Grã Bretanha.Assistam e reflitam ,a comemoração deles se parece com a do nosso país?

 

 

1º passo: Faça uma comparação entre a comemoração de páscoa dos dois países.

2º passo: Responda as perguntas abaixo.Se precisar consulte o vocabulário no dicionário online .

 1-Sarah’s mother is …
a) buying easter presents
 b)writing a letter
 c)going shopping

2-What’s the name of the Easter rabbits in England?
 a)bunny
 b)Easter egg
 C)banny

3-What’s the name of “Viernes Santo” in English?
 a)Easter Friday
 b)Holy Friday
 c)Good Friday

4-Friends usually interchange…
 a)presents
 b)Easter eggs
 c)Easter bunnies

5-They wants to eat Hot Cross Buns…
 a)Cold
 b)with butter
 c)with chocolate

6-The boy likes…
 a)Sarah’s egg
 b)Sarah’s hot cross bun
 c)Sara’s bunny

7-Hunt egg is …
 a)a meal
 b)a game
 c)a celebration at church

8-Tom can’t eat his chocolate egg because…
a)Dad is angry
 b)he is playing “egg hunt”
 c)it’s lunchtime

9-Another Easter game is…
 a)go to work
 b)Easter monday
 c)egg rolling

10-Who wins the egg rolling?
 a)Ellie
 b)Sarah
 c)Tom

 

 

Crônica: Uma tese é uma tese, Mário Prata

Hello,folks!

O texto realmente é interessante,porém creio que essa visão sobre o autor de uma tese assusta um pouco.Principalmente aqueles quem não tem acesso a esse tipo de texto científico,falar que “o mundo para” ,”a pobreza é decretada” e então “os filhos são abandonados”, na minha opinião é de acabar com o interesse em produzir tais projetos.O lado positivo disso tudo são as viagens,é claro,descobrir “na fonte” tais maravilhas para serem incluídas em seu texto.Mas na realidade, as teses são pouco voltadas para a população,já que estas são produzidas apenas para defesa na bancada que como Mário Prata citou,é “sisuda e compenetrada”.

Creio eu que segundo o autor,Mario Prata, para que a tese fosse além, deveria ser feita não só para uma bancada erudita e que dá notas com louvores,uma vez que depois de publicadas  perdem o interesse pois não são divulgadas para a população em geral.

Uma tese é uma tese

MARIO PRATA

Quarta-feira, 7 de outubro de 1998 CADERNO 2

Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.

As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte.

O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre – sempre – uma decepção. Em tese. Impossível ler uma tese de cabo a rabo.

São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspecta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós?

Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.

Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo pára, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta.

E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois da defesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese. O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo.

Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser – tem de ser! – daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra também. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290. Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática.

Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres teóricos ignorantes que não votamos no Apud Neto.

Ou seja, o elemento (ou a elementa) passa a vida a estudar um assunto que nos interessa e nada. Pra quê? Pra virar mestre, doutor? E daí? Se ele estudou tanto aquilo, acho impossível que ele não queira que a gente saiba a que conclusões chegou. Mas jamais saberemos onde fica o bicho da goiaba quando não é tempo de goiaba. No bolso do Apud Neto?

Tem gente que vai para os Estados Unidos, para a Europa, para terminar a tese. Vão lá nas fontes. Descobrem maravilhas. E a gente não fica sabendo de nada. Só aqueles sisudos da banca. E o cara dá logo um dez com louvor. Louvor para quem? Que exaltação, que encômio é isso?

E tem mais: as bolsas para os que defendem as teses são uma pobreza. Tem viagens, compra de livros caros, horas na Internet da vida, separações, pensão para os filhos que a mulher levou embora. É, defender uma tese é mesmo um voto de pobreza, já diria São Francisco de Assis. Em tese.

Tenho um casal de amigos que há uns dez anos prepara suas teses. Cada um, uma. Dia desses a filha, de 10 anos, no café da manhã, ameaçou:

- Não vou mais estudar! Não vou mais na escola.

Os dois pararam – momentaneamente – de pensar nas teses.

- O quê? Pirou?

- Quero estudar mais, não. Olha vocês dois. Não fazem mais nada na vida. É só a tese, a tese, a tese. Não pode comprar bicicleta por causa da tese. A gente não pode ir para a praia por causa da tese. Tudo é pra quando acabar a tese. Até trocar o pano do sofá. Se eu estudar vou acabar numa tese. Quero estudar mais, não. Não me deixam nem mexer mais no computador. Vocês acham mesmo que eu vou deletar a tese de vocês?

Pensando bem, até que não é uma má idéia!

Quando é que alguém vai ter a prática idéia de escrever uma tese sobre a tese? Ou uma outra sobre a vida nos rodapés da história?

Acho que seria uma tesão.

Sequência didática com Postcard

Recentemente fiz um curso da PUC em que deveria criar um “syllabus”.Esta palavra vem do inglês,e é traduzida como programa de estudos.Este nada mais é do que uma sequência didática a qual deve ser bem planejada pelo professor para que o estudante adquira a capacidade autônoma para desenvolver a leitura e compreensão de textos na língua inglesa.

 

Syllabus

The first stage involves encouraging learners to search about  the places give below. At the next stage they will make up their own postcard. At step 4 learners should ideally work in pairs or groups, but if they are not used to this they could work first as individuals, perhaps making up their postcard for homework, and then get together in groups to share ideas.

1st stage:

read the words bellow:

Person or Group

Package

a family with young children

Jamaica, sporting

a retired couple

Zell am See, wandering

a single professional

Paris, city

a group of teenagers

Orlando, Disneyworld

a sporting club

Ibiza, beach resort

 

2nd stage:

Discussion about  the choices of the groups :who  ?,When ?,why?, where?  go to the places  chosen?

Your holiday plans

 

Group 1

Group 2

who is going

 

 

when and for how long

 

 

interested 

 

 

location and accomodation

 

 

 

3rd stage:

Explain some of the words and phrases which might cause difficulties just like retired couple for example.

 

 

4th stage-

Ask one or two questions to encourage students to think about the postcard. Thinking about the place and the person who is travelling, For example:

  • At what time they arrived there?
  • What did they do that?
  • What´s the weather  like?

Tell them to use as many of the ideas on the board as they can. The best thing is for them to work in pairs or groups and discuss their ideas. This will give them a lot of speaking practice.

 

 

5th stage: 

Tell them you are going to ask some of them to show their postcard to the class. Give them some time to prepare their postcard. Go round and listen as they work.

Engage the class in a discussion as to whose postcard is the most likely.

 

 

 

6th stage:

Language work: Ask for students underline the verbs in the past tense of the postcard bellow:

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Postcard

Explanation(verbs with –ed)

The past tense refers to things that happened in the past. To make the past tense of regular verbs, the ending -ed is added to the infinitive (‘I asked her a question’)

Other example:  Bake  Baked

                               Smile Smiled

Figuras de linguagem através de HQs

ANÁFORA

Repetição da mesma palavra ou expressão no início da frase.

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“À minha colagem, 
à minha
 folça,
á minha ousadia…”

ALITERAÇÃO

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Repetição de sons de consoantes de forma ordenada

PROSOPOPÉIA OU PERSONIFICAÇÃO

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Atribuir características de seres humanos a seres que não são humanos. Exemplo Exemplo 01: Planta falandoExemplo 02: O espelho olhando

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“… Ele é qui ta mi oiando!” (o espelho não olha para ninguém pois é um objeto)

METÁFORA

Usar uma palavra diferente do seu significado real.
Imagem“…machado ali é mais perigoso que a sua foice!” (o machado não é perigoso, pois é um instrumento que serve para cortar, mas o “homem” que utiliza esse instrumento é que é perigoso, pois pode destruir toda a natureza com ele.)

Veja outros exemplos:

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ONOMATOPÉIA

Onomatopéia é a imitação dos sons através de palavras.

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Pou!: barulho do som do chute na bola.

Flap, flap: barulho do movimento de se bater os braços.

Zup: barulho de alguém caindo

Zum: barulho de alguém fazendo um movimento de cambalhota no ar.

Vup: barulho de alguém mexendo os pés no ar.

Zóim:barulho de alguém fazendo movimentos de “nadar” no ar

Ironia

Dizer o contrário do que se pretende dizer ou questionar certo tipo de pensamento com intenção de ridicularizar:

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Linguagem Literária e Linguagem Não Literária

Sabemos que a “matéria-prima” da literatura são as palavras. No entanto, é necessário fazer uma distinção entre a linguagem literária e a linguagem não literária, isto é, aquela que não caracteriza a literatura.

Embora um médico faça suas prescrições em determinado idioma, as palavras utilizadas por ele não podem ser consideradas literárias porque se tratam: 1. de um vocabulário especializado e 2. de um contexto de uso específico. Agora, quando analisamos a literatura, vemos que o escritor dispensa um cuidado diferente com a linguagem escrita, e que os leitores dispensam uma atenção diferenciada ao que foi produzido.

Outra diferença importante é com relação ao tratamento do conteúdo: ao passo que, nos textos não literários (jornalisticos, científicos, históricos, etc.) as palavras servem para veicular uma série de informações, o texto literário funciona de maneira a chamar a atenção para a própria língua (FARACO & MOURA, 1999) no sentido de explorar vários aspectos como a sonoridade, a estrutura sintática e o sentido das palavras.

Veja abaixo alguns exemplos de expressões na linguagem não literaria ou “corriqueira” e um exemplo de uso da mesma expressão, porém, de acordo com alguns escritores, na linguagem literária:

Linguagem não literária:
Linguagem literária:
Anoitece.  

A mão da noite embrulha os horizontes. (Alvaregna Peixoto)

 

 

Teus cabelos loiros brilham.

 

Os clarins de ouro dos teus cabelos cantam na luz! (Mário Quintana)
 

Uma nuvem cobriu parte do céu.

 

… um sujo de nuvem emporcalhou o luar em sua nascença. (José Cândido de Carvalho)
 

Aos cinquenta anos, inesperadamente, apaixonei-me de novo.

 

Na curva dos cinquenta derrapei neste amor. (Carlos Drummond de Andrade)

Exemplos extraídos de FARACO & MOURA. Literatura Brasileira. São Paulo: Ática, 1999.